Acordei sentindo o último canto sem saída do Grande Labirinto:
— Os falsos perversos chegaram ao mel das abelhas, que só querem firmar memórias.
Não falo do caos dos álcoois, porque não quero marcar o couro do presente de forma rotulante.
— Falo do mel.
— Doce.
Abelhas enganadas.
Todavia, sussurro do meu canto — não fala com o seu — porque resolvemos fugir do Minotauro; cada um teclando da sua tela.
O Minotauro, cabeça onipresente. Sabemos que, de lá, ele embaralha as trincas e ficamos cada vez mais longe.
— Cantões.
Já quase não sabendo quem era — pelo excesso de falsos, ensimesmado em labirintos — senti um momento de Verdade pela manhã.
— Lágrima que desperta uma memória sonhada da infância, adoça a boa saída de estar vivo.